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A luta anti-manicomial como uma luta cultural [The anti-asylum struggle as a cultural struggle]
Junges, Márcia
Junges, Márcia
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"“O que se entende por ‘loucura’ não se pode defiir objetiamente. Quem é normal? E quem é anormal?”, questina o fiósofo e antropólogo italiano Massimo Canevacci. E completa: “É impossível dizer que uma pessoa é sempre totalmente normal. A expansão da comunicação digital é um exemplo. A identiade nunca mais é unitária, compacta, sempre idêntia a si mesma”. Sobre a questão da medicalização da doença mental e de técnicas violentas como o eletrochoque, constata: “o problema não é, e nunca foi, só médico. Sempre foi também legitiado por uma cultura popular que aceitava este tio de tecnolo- gia como a única apta para resolver problemas intrafamiliares que causavam vergonha, medo etc. E a luta antianicomial sempre foi e sempre será também uma luta cultural”. Segundo Canevacci, “uma disciplina isolada não pode mais penetrar e resolver esta tensão entre loucura e sanidade."
Note(s)
Topic
Type
Article
Date
2012
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DOI
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