Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-1520091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160823"Acrise “longe de estar confiada a uma fase descendente do ciclo e de preparar uma novaexpansão, ou então, ao tornar-se impulsionadora de uma dinâmica de crescimento, não émais somente um dado estrutural do desenvolvimento capitalista, mas se torna seu elemento permanente e insuperável”. A opinião é do professor e economista Gigi Roggero.Na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line ele defende que “a fianceirização- — longe de contrapor-se à economia ‘real’ — é a forma da economia capitalista apta para exercer o comando sobre o trabalho cognitivo e sobre a produção do saber vivo”. Ao analisar a crise fianceira mundial, Roggero considera que “a salvação dos bancos por parte do Estado só demonstra aquilo que sustentamos até agora, ou seja, a íntima articulação do público e do privado no desenvolvimento capitalista”. Segundo ele, “a crise é, de fato, um processo profundamente ambivalente, no qual convivem extraordinárias oportunidades e inquietantes riscos, instâncias de transformação e lutas sociais com crescentes formas de racismo e reação"porWith permission of the license/copyright holderCognitive capitalismWorkInternational financial crisisGrowthDevelopmentPolitical ethicsEthics of political systemsEconomic ethicsEthics of economic systemsLabour/professional ethicsCommunity ethicsCapitalismo cognitivo [Cognitive capitalism]Article