Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-3120131981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158825"Apesquisa cientíia avançou consideravelmente desde que James Watsone Francis Crick descobriram a estrutu- ra da molécula do DNA, em 1953. O desafi hoje já não é mais “desentranhar o genoma ou manipular os genes”, como bem lembra o fiósofo espanhol José Antonio Zamora. O fu- turo está na construção sintétia da vida em laboratório. Os primeiros passos em direção a esse resultado já estão sendo dados. Em 2010, Craig Venter e sua equipe anunciaram a criação da bactéria Synthia, que, segundo ele próprio, foi “a primeira espécie autorreplicante que temos no planeta, cujo parente mais próximo é um computador”. Muitos debates foram levantados questinando se aquela havia sido realmente criação de vida ou uma simples imitação dela. Coloca-se em cheque, dessa forma, a própria defiição do que é e do que não é “vida”, “natural” e “artiiial”, fazendo a opinião pública e os próprios cientitas se dividirem neste terreno que ainda é incerto mesmo para os pesquisadores."porWith permission of the license/copyright holdercommodification of lifelaboratory creation of lifesynthetic biologyethical scientistBio-patentPolitical ethicsGovernance and ethicsEconomic ethicsTechnology ethicsBioethicsCommunity ethicsNatural ou artificial? [Natural or artificial?]Article