de Campos Garcia, Eduardo2019-09-252019-09-252016-02-1220152359-5795http://hdl.handle.net/20.500.12424/233816"Este artigo tem a intenção de provocar a sensibilidade leitora para a compreensão de alguns conceitos que permanecem em cena. Aborda, entre outros significados, a etimologia da palavra escola e traça um paralelo de sua origem com as necessidades políticas da revolução industrial. Mostra, como o homem “mecanizado” consome alguns valores de caráter “fascista” sem se dar conta desta existência espiritual. De modo irônico – e definindo ironia por meio do pensamento de Donna Haraway – apresenta algumas relações cotidianas que são intensificadas, em nível de propósito capital, para qualificações e desqualificações sistêmicas. Enfim, aborda o conceito, segundo Giorgio Agamben, dos significados atribuídos “a cada qual”. Como apresentado no artigo, é a ASCHOLIA, a falta de lazer, de ócio, de brincadeira, que faz da escola o lócus da docilização humana, quase extensão das ideologias políticos partidárias. Como aponta o artigo, é a escola ou sua ausência, que constituí boa parte daquilo que somos enquanto corpo: matéria e símbolo."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)SchoolFascismPolicyDemocracyPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsEducação [Education]Article