Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-1320101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160599"Na visão do professor Dieter Wartchow, da Universidade Federal doRio Grande do Sul – UFRGS, programas de habitação, como o Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, tratam tudo de formafragmentada, ou seja, “habitação de um lado, saneamento e planejamento da ocupação do solo urbano de outro”. Em entrevista- concedida, por e-mail, à IHU On-Line, Wartchow defende que “saneamento começa na habitação, que abriga as pessoas, que com seus hábitos usarão a água conforme seu grau de compreensão. Quando não dão valor, desperdiçam, geram esgotos, deixando de separar os resíduos, e a água da chuva escoa pelo ralo da insensatez humana que muito fala, mas pouco usa tecnologias sustentáveis”. Para ele, “reconhecer que a gestão da água deve ser pública e permanecer em mãos públicas é um bom caminho para um modelo de gestão pública efiaz, de qualidade e para todos, cujo controle social desejado e necessário se dá a partir da efetiva participação dos usuários”."porWith permission of the license/copyright holdersanitationincomelawCorporationspoliticsPolitical ethicsEthics of political systemsEthics of lawRights based legal ethicsEconomic ethicsEnvironmental ethicsSaneamento básico e distribuição de renda andam juntos [Basic sanitation and income distribution go together]Article