Pessini, Leo2019-09-252019-09-252016-04-1220161983-8034http://hdl.handle.net/20.500.12424/236823"Este artigo busca abordar algumas questões éticas vivenciadas nas fronteiras de vida e morte, nas unidades de terapia intensiva (UTI). Esses são locais especiais no âmbito hospitalar onde é obrigatória a presença de tecnologia médica de última geração, para preservar e sustentar a vida de pacientes em estado grave ou em risco. É nesse contexto complexo que emergem difíceis questões éticas: ausência critérios objetivos para internações em UTI; superlotação das UTI, com pacientes sem indicação; até as dificuldades de limitar a terapêutica, que se transforma em práticas distanásicas. Analisamos um caso de suicídio assistido, da jovem estadunidense Brittany Maynard, bem como a necessidade de cuidados paliativos, o dever ético de cuidar da dor e sofrimento humanos, a valorização do paradigma do cuidar para além do curar e a polêmica questão da ortotanásia, em busca de um final de vida sem dor ou sofrimento, mas em paz e com dignidade. "porCreative Commons Copyright (CC 2.5)Palliative care-Pain managementEuthanasia-Hospice careMedical futilityBioethics-Intensive care unitsBioethicsMedical ethicsHealth ethicsCommunity ethicsVida e morte na UTI [Life and death in the ICU]Article