Szapiro,Ana Maria2019-09-252019-09-252016-11-1520121981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159399"“Oterrorismo islâmico é o reflxomonstruoso do Ocidente cristãoque ele abomina”, constata o fió- sofo francês Jean-Pierre Dupuy no artio que enviou à revista IHU On-Line. O texto foi ori- ginalmente escrito em forma de comunicação para o Ciclo de Conferências Artepensamento Mutações – A invenção das crenças, realizado no Brasil em 2010. E acrescenta: “Os terroris- tas do 11 de setembro de 2001 conseguiram derrubar as torres que simbolizavam a força do capitalismo mundial, mas não conseguiram abalar a maneira pela qual nós explicamos as ações humanas, mesmo aquelas que nos pare- cem as mais loucas”. Dupuy explica o 11 de se- tembro pelo ressentiento. “O ressentiento conserva indissoluvelmente juntos aqueles que se excomungam mutuamente. É agora em todo o planeta que se jogará o jogo da rivali- dade mimétia que une os rivais uns aos ou- tros tanto mais compulsivamente quanto eles pretendam não ter nada em comum”. Paradoxalmente, o fiósofo aponta a ambivalência do sagrado, pois este impede a violência através dela própria."porWith permission of the license/copyright holderreligious beliefsviolencesacredReligious ethicsSpirituality and ethicsIntercultural and contextual theologiesLatin American theologiesChristian denominationsCrer é não crer. As crenças religiosas, a violência e o sagrado [To believe is not to believe. Religious beliefs, violence and the sacred]Article