Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1620091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161028"Acrise econômico-fianceira mundial é uma realidade com a qual ainda conviveremos por anos, sentencia o economista Carlos Lessa, na entrevista exclusiva que concedeu, por telefone, àacordo com ele, devemos construir salvaguardas e antídotos, já que tal situação “pode nos contaminar pesadamente”. Retomando as ideias de John Maynard Keynes, Lessa refltiu sobre a importânciado controle estatal sobre a economia, e disse que, agora, os neoliberais do Primeiro Mundo “aplaudemIHU On-Line. De- as ações interventoras do Estado”. Quanto à invulnerabilidade brasileira diante do caos que se instalou nas economias mundo a fora, rebateu: “Não é tão verdade que tenhamos sido um dos países menos atingidos pela crise. É verdade que somos o país que teve menos complicações com seus bancos”. E confiencia: “Como presidente do BNDES, minha principal frustração foi não ter salvado a Varig. Senti-me derrotado por não ter sido autorizado a salvar essa empresa. E dava para salvar... Foi, do meu ponto de vista, uma catástrofe"porWith permission of the license/copyright holderThe marketGlobalizationdevelopmentworld economycapitalismPolitical ethicsEthics of political systemsEconomic ethicsEthics of economic systemsCommunity ethicsO mercado realiza a globalização dos infernos [The market realizes the globalization of hells]Article