Soares,Luiz Eduardo2019-09-252019-09-252015-02-0420090251-3552http://hdl.handle.net/20.500.12424/217927"Para apresentar aos leitores um quadro vivo das posições antagônicas em choque na sociedade brasileira a respeito da política de drogas, segue-se um diálogo imaginário, na TV, entre dois personagens fictícios, que personificam, de um lado, o pólo conservador, cuja presença na mídia é esmagadoramente majoritária, e, de outro, o pólo reformador, cuja atuação pública permanece marginal e tímida. O confronto de idéias se dá sob a forma de perguntas –provocativas e plenas de valor, carregadas de pressupostos, emitidas por uma repórter a quem se deu o nome Ana Matos– e respostas, enunciadas por um deputado que propõe mudanças, a quem se deu o nome Teófilo Alcântara. Não há tal político no Brasil: nenhum deputado atualmente com mandato ousou erguer a bandeira que o corajoso protagonista ficcional levantou. Esse fato é, em si, relevante e significativo. Já a repórter, esta sintetiza a postura e o pensamento de um grande número de jornalistas realmente existentes. "spaCreative Commons Copyright (CC 2.5)drugslegalizationBrazilPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsEconomic ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsDiálogo Imaginário sobre Política de Drogas no Brasil [Dialogue on Drug Policy Imaginário no Brasil]Article