Machado, Ricardo2019-09-252019-09-252016-10-2120141981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158547"D urante um bom tempo a polítiaeconômica implementada a fórcepspelos governos militares favoreceu largamente as elites empresariais e o capital estrangeiro no Brasil. Houve um forte estíulo e crescimento das exportações, trazendo uma sensação de euforia que fiou conhecida como ‘mi- lagre econômico’”, afima José Carlos Moreira. “Aproveitando o crescimento das importações e o aflxo maior do capital estrangeiro, a ditadura re- primiu violentamente as demandas trabalhistas. O arrocho salarial foi pratiamente uma constante ao longo dos 21 anos de ditadura, houve quase nenhuma polítia expressiva ou destiação de re- cursos signifiatios para a educação e a saúde, o crescimento da dívida externa foi exponencial, chegando a 43 bilhões e meio de dólares em 1978. Em 1984, já no fizinho da ditadura, e após o ‘milagre’ ter se dissipado e a recessão ter imperado, tiha-se uma inflção anual de 224% e a dívida externa contiuava alta”, complementa."porWith permission of the license/copyright holdermemorybusinessmilitaryfinancingprocurementPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsEconomic ethicsBusiness ethics“Não há tema mais atual do que a memória” ["There is no current issue of the memory"]Article