Marques Filipe, Ângela2019-09-252019-09-252014-12-1520091852-4680http://hdl.handle.net/20.500.12424/215918"Ao longo das últimas décadas, vários actores colectivos, como movimentos sociais e outras organizações, têm vindo a constituir-se em torno da saúde levantando algumas questões sobre a sua governação que demonstram ter uma especial interesse para a investigação em sociais sobre saúde e medicina. De entre esses actores colectivos e em diversos países, destacam-se as associações de doentes pelo contributo na (re)configuração sobre a forma como a saúde é definida, o seu conhecimento é produzido e as suas políticas são desenhadas. Este artigo pretende discutir essas e outras questões de relevo para a governação da saúde a partir do olhar das associações de doentes em Portugal. A hipótese desenvolvida no texto propõe uma análise destas associações enquanto e em torno de três projectos – político e social; epistemológico e cognitivo; identitário e associativo – nos quais elas assumem, simultaneamente, um carácter e um papel de tipo distinto no domínio da saúde. "porCreative Commons Copyright (CC 2.5)healthgovernancepatient organizationsprojectscollectivesPolitical ethicsBioethicsHealth ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsActores colectivos e os seus projectos para a saúde [Collective actors and their health projects]Article