Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-2320111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159665"Assim como a relação do Estado com o capital é de cumplicidade orgânica, “a relação do Judiciário com os movimentos sociais e as organizações populares é de repressão estrutural”,denuncia Roberto Efrem Filho, em entrevista concedida por e-mail àde controle social brutais são parte do trabalho de dominação, embora a criminalização dosmovimentos sociais não seja exclusividade brasileira, nem somente do Judiciário. Essa crimiIHU On-Line. Práticas- nalização “é uma estratégia de deslegitimação e controle dos sujeitos dissidentes e foi historicamente reapropriada pelos dinamismos capitalistas como um de seus sustentáculos"porWith permission of the license/copyright holdersocial movementsstructural repressionsocial controlWork of dominationPolitical ethicsGovernance and ethicsCultural ethicsMedia/communication/information ethicsCommunity ethicsMinority ethicsJudiciário e movimentos sociais [Judiciary and social movements]Article