Gallas, Luciano2019-09-252019-09-252016-10-2320131981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158707"“E u diria que a pós-colonialidade éuma desconstrução de um cronótopo — uma forma de confiurar o- tempo — que foi confiurado e desenhado pelo eurocentrismo. A modernidade é um cronó- topo [...]. A crítia pós-colonial desmantela e desafi este mapa da temporalidade”, afima Eduardo Mendieta, para quem “a pós-colonia- lidade potencializa a democracia de forma tal que não vimos até agora, porque esta esteve sequestrada por uma temporalidade colonial e imperial”. Para o fiósofo, em uma democracia, o “povo” deve ser capaz de viver de acordo com as promessas que fez para si. É desse modo que a democracia estaria relacionada com a ques- tão da temporalidade."porWith permission of the license/copyright holderdemocracypostcolonialityliberation movementshuman life in the regions of the peripheryPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsCommunity ethicsMinority ethicsA pós-colonialidade potencializa a democracia [Postcoloniality enhances democracy]Article