Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-11-1020121981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/159254"P ode ser surpresa para muita gente, masé mais comum do que se imagina: muitas mulheres em trabalho de parto sãovítias de violência. É a chamada violência obstétrica, instiucionalizada, objeto de pes- quisa da bióloga e cientita Ligia Moreiras Sena, que concedeu a entrevista a seguir por e-mail para a IHU On-Line. Na visão de Ligia, a origem deste problema é muito complexa. “Passa pela própria violência da instiuição sobre os profisionais, passa pelo despreparo das equipes, passa por questões de educação e formação étia e profisional e, também, pela questão da mercantiização da saúde e da falta de informação. Vivemos hoje num país que tem uma cultura de parto cesarista, que não reconhece a autonomia feminina no momento do nascimento, que valoriza mais o número de nascimentos do que a qualidade deles."porWith permission of the license/copyright holderwomenBirthobstetric violencerespectautonomyBioethicsMedical ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsSocial ethicsSexual orientation/genderO parto e o respeito à autonomia feminina [Childbirth and respect for women's autonomy]Article