Schröder, Celso2019-09-252019-09-252017-02-1420041981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/163344"O controle público é inseparável da democratizagáo e se expressa através de politicas que ampliem o acesso a propriedade dos meios de comunicagáo, que criem mecanismos de regulagáo desses meios, que deem transito as demandas da sociedade civil e dos setores organizados da sociedade. Precisamos de instrumentos institucionais e politicos com fungoes de avaliagáo, fiscalizagáo, critica, acompanhamento, dissuasao, contra-argumentagáo. Isso nao pode ser confundido com censura. Precisamos construir conceitos regulatórios, reconhecendo a diversidade de valores culturais, étnicos, ideológicos. Precisamos construir instituigoes que trabalhem esses conceitos, dentro ou fora do Estado, reconhecidas ou nao por ele. Isso é indispensável para estabelecermos relagoes democráticas e plurais, e assim equacionarmos as questoes referentes ao controle e a democratizagáo. E náo podemos esquecer que, nas determinagoes que a comunicagáo impoe sobre a sociedade, destaca-se a extraordinária influencia sobre a cultura."porWith permission of the license/copyright holdercommunicationgovernmentdemocracyresourcesPolitical ethicsGovernance and ethicsEconomic ethicsCultural ethicsMedia/communication/information ethicsO espontaneísmo burocrata despreza o papel formador da comunicaçâo [Bureaucrat spontaneity despises the formative role of communication]Article