Machado, Ricardo2019-09-252019-09-252016-10-2220131981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158633"P rofessora e líder do Grupo Pesquisadorem Educação Ambiental, Comunicação eArte – GPEA, Michèle Sato aborda a Edu- cação Ambiental junto às populações das áreas úmidas, ressaltando que historicamente esses grupos respeitam o ritmo e a dinâmica ecológi- ca. Entretanto, os povos ribeirinhos são os mais vulneráveis às mudanças climátias ocasionadas pelo efeito estufa, pois isso gera impactos dire- tos na vida das populações. “É preciso debater mais a noção de ‘des-envolvimento’ e toda a no- ção de progresso que realmente deixa de envolver a sociedade e o ambiente, focando apenas na economia. O desenvolvimento sustentável, ainda que ostente uma face ambiental, contiua sendo o velho capitalismo, agora maquiado de um novo chavão que é repetio sem reflxão crí- tia, como se fosse a única verdade das diversas identiades pulsantes no mundo. Para além do desenvolvimento, estamos precisando de mais envolvimento"porWith permission of the license/copyright holderenvironmental educationbalanced environmentlocal biodiversityPolitical ethicsCommunity ethicsEnvironmental ethicsResources ethicsBiodiversity ethicsEnvolver em vez de se “des-envolver” [Engaging instead of "dis-engage"]Article