Fleig, Mario2019-09-252019-09-252017-01-1920061981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162478"Para termos uma idéia do alcance da “cultura” do “não dá nada”, é preciso lembrarmo-nos que a noção de responsabilidade, na tradição grega, começa a ser formulada em confronto com a noção de destino. Se partilharmos a concepção do destino cego, interpretado como determinação absoluta de nossas ações, então não há como sofrermos sanções relativas ao que fazemos. Fazendo isso ou aquilo, tanto faz. Contudo, os gregos começaram, especialmente na tragédia, a formular a noção de responsabilidade, mesmo conservando a crença no destino, ou seja, o destino não anularia a responsabilidade. Esta mesma formulação encontramos, por exemplo, no mito de Er, que aparece no final da República de Platão. "porWith permission of the license/copyright holderresponsibilityautonomyMedicinesLack of responsibilityCollective responsibilityPolitical ethicsBioethicsHealth ethicsCommunity ethicsO declínio da responsabilidade [The decline of responsibility]Article