Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1720091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161137"O estado do Rio Grande do Sul não tem uma política de segurança pública. “Nunca teve.O que existe são iniciativas ou projetos improvisados desenvolvidos pelas cúpulas daspolícias”, assegura o jornalista Marcos Rolim. Segundo ele, “na prática, segue-se acredi-tando que segurança pública é aquilo que as polícias fazem, sem que a opinião públicase dê conta de que uma política de segurança deve envolver muitas outras áreas como a educação, a saúde, os esportes”. Ele aponta a superlotação como um dos piores problemas do sistema carcerário gaúcho e brasileiro, inviabilizando projeto de trabalho prisional e educação. Quanto ao crime organizado dentro dos presídios, Rolim pontua que as administrações prisionais acabam reconhecendo o comando de grupos e facções, o que evitaria rebeliões. Isso porque são esses grupos que ditam regras de convivência e aplicam punições, por exemplo. Estamos pagando um preço alto pela cegueira de nossas elites, disse o jornalista à IHU On-Line, por e-mail, aí inclusas a classe média e maior parte da mídia"porWith permission of the license/copyright holderpublic securitycrimeinequalityracismexclusionPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsGovernance and ethicsCommunity ethicsEnvironmental ethicsO RS não possui política de segurança pública [RS does not have a public safety policy]Article