Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1320101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160594"Apartir do legado do fiósofo francês Michel Foucault, é possível identifiar três dispositivosde poder na atualidade. O primeiro deles, amplamente investigado em Vigiar e punir, é odispositivo disciplinar, hoje observável em instituições semiabertas como “escolas, empresas, hospitais, manicômios e prisões”, analisa o fiósofo César Candiotto. Por se dirigirem àsuperfície corporal, esses dispositivos “proporcionam uma ortopedia moral e a constituiçãode um indivíduo normalizado segundo os imperativos morais e até mesmo mercadológicos”. O segundo dispositivo é o da segurança, “que promete atuar na preservação e cuidado da vida de uma população biologicamente determinada exigindo, em troca, a restrição de suas liberdades, a obediência a suas normativas, o pagamento adequado de seus impostos”. Por último, o dispositivo disciplinar se encarrega de controlar as mentes, suas aspirações e desejos, criando-os e moldando-os. Essas ideias são desenvolvidas na entrevista a seguir, concedida, por e-mail, à IHU On-Line. "porWith permission of the license/copyright holderBiopolitical governmentalitymoralBiopoliticsBiopowerHealthy sexualityPolitical ethicsBioethicsSocial ethicsSexual orientation/genderCommunity ethicsFoucault e a governamentalidade biopolítica [Foucault and biopolitical governmentality]Article