Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-2820111981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/160082"Os crimes cometidos pelo Estado devem ser o principal foco de uma sociedade preocupada em diminuir a violência que a aflge e em respeitar os direitos humanos”. Aafimação é do advogado José Carlos Moreira Filho, na entrevista que concedeu pore-mail àele fosse o mais vantajoso possível para os seus agentes e torturadores, concedendoIHU On-Line. E continua: “A ditadura anteviu o seu próprio fi e garantiu quea eles, de modo propositadamente vago, uma anistia isenta de qualquer investigação ou esclarecimento em relação aos seus crimes, enquanto que para os perseguidos políticos a anistia não foi geral, visto que os condenados pela participação na luta armada não foram anistiados por esta lei”."porWith permission of the license/copyright holderamnestydictatorshiplegitimate violenceamnesialawPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsA anistia não é esquecimento ou amnésia [Amnesty is not forgetfulness or amnesia]Article