Fachin, Patricia2019-09-252019-09-252016-12-0920101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160303"“N o Rio Grande do Sul, assim como no Brasil, as discussões de políticas públicas na temática do meio ambiente aparecem como ‘entrave ao desenvolvimento’ ou como um itema mais na agenda governamental, porém sem assumir o caráter de transversalidade dosetor ambiental nas diversas instâncias de planejamento e de gestão”. A avaliação éde Naia Oliveira, pesquisadora da Fundação de Economia e Estatística – FEE e está ex- pressa na entrevista a seguir, concedida por e-mail à IHU On-Line. Segundo ela, apesar de, no Rio Grande do Sul, o quadro institucional relativo ao meio ambiente ser considerado pioneiro, as iniciativas ambientais são dispersas. “A dinâmica dos movimentos ambientalistas tem-se caracterizado mais por uma ação de denúncia do que de proposições concretas, e, quando essas existem, esbarram na desigualdade de oportunidades do jogo político, em virtude de posturas desenvolvimentistas, de crescimento econômico e de lucro a qualquer custo, em detrimento da qualidade ambiental”, lamenta."porWith permission of the license/copyright holderEnvironmental dilemmasEnvironmental publicpolicies Economic developmentEconomic developmentEnvironmentPolitical ethicsEthics of political systemsEconomic ethicsEnvironmental ethicsEthics of global commonsDilemas ambientais e econômicos no Rio Grande do Sul [Environmental and economic dilemmas in Rio Grande do Sul]Article