Junge, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-0420131981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/158978"“I solado, ignorante, mudo e imóvel, ohomem natural ocupa o lugar que a natureza lhe assinalou limitado por suas- sensações. Será preciso romper com o isola- mento, desenvolver-se a comunicação, e só então o conhecimento será possível. Por natureza, o homem não possui nem razão, nem reflxão, tampouco pensamento ou linguagem”, pontua a fiósofa Maria Constança Pissarra na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line. Fazendo a crítia da desigualdade como algo criado pela humanidade, e não de caráter originário, Rousse- au “rompe com o movimento moderno defensor do progresso, ou seja, ele se opõe à confinça das Luzes no desenvolvimento da racionalidade moderna. Embora também os chamados fióso- fos iluministas não formassem um grupo coeso, a crença no poder emancipador da razão humana era presente em todos eles"porWith permission of the license/copyright holderinequalitydemocracyrepresentationethics RousseauPolitical ethicsEthics of political systemsMethods of ethicsPhilosophical ethicsCommunity ethicsA desigualdade como condição artificial do homem [Inequality as artificial condition of man]Article