Gallas, Luciano2019-09-252019-09-252016-10-2320131981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158705"“Amodernidade tornou-se o signo dasuperioridade de uma cultura — aocidental — sobre todas as de- mais. É possível observar que a produção do conhecimento no campo dos direitos huma- nos reflte justamente esta lógica, razão por- que se convencionou pensá-lo como produto da cultura e do esforço polítio do Ocidente e, portanto, pouco ou nada tendo a ver com a história dos povos não ocidentais”, aponta Fernanda Bragato. Dentro deste imaginário, o Ocidente seria “o locus legítio de enuncia- ção e de produção de conhecimento válido e legítio”, pois apenas ele possuiria as condi- ções para o estabelecimento de direitos, “o que está no cerne do projeto homogeneizante de negação da diversidade cultural”."porWith permission of the license/copyright holdercultural diversitymodernityhuman rightsexcluding culturesPolitical ethicsEthics of political systemsEthics of lawRights based legal ethicsCultural ethicsCultural/intercultural ethicsA diversidade cultural negada pela modernidade [Cultural diversity denied by modernity]Article