Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-1220151981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158190"Porém não somos tão livres assim para construir liberdades para além destas lógicas. “O fato é que esta liberdade é produzida por tecnologias diferentes, muito invasivas e fugazes. É necessário que o indivíduo - independentemente se é um precário, um estudante, um migrante - se perceba como um livre empreendedor de si, em constante competição e concorrência com os outros”, critica Sandro Chignola, em entrevista por e-mail à IHU On-Line, ao analisar um tipo de apropriação ingênua da liberdade. “Eis o problema, para muitos de nós, pensar e praticar momentos de recomposição política à altura da governamentalidade neoliberal: tentar imaginar uma coisa comum à altura de formas de cooperação subtraídas do comando capitalista acrescentando a competitividade, privatização do desejo e solidão"porWith permission of the license/copyright holderfreedomreinvent yourselfReinventing freedomCultural ethicsMethods of ethicsBioethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsReinventar a liberdade, reinventar a si próprio [Reinventing the freedom to reinvent itself]Article