Altmann, Walter2019-09-252019-09-252017-02-0720051981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/163017"Parece-me que serão necessárias mudanças concretas que garantam uma maior flexibilidade dogmática e ritual. Penso que o novo Papa deveria partilhar mais o poder, encorajar a participação de todas e todos. Tratar-se-ia de ouvir mais as e os fiéis, as teólogas e os teólogos, os bispos nas várias regiões do mundo para atender às necessidades específicas de cada contexto. Apesar da impressionante comoção no mundo inteiro em torno do falecimento do Papa, muitas e muitos católicas/os não praticam, por exemplo, as regras da moral sexual e a proibição de meios contraceptivos. Essas regras também não ajudam, devido ao modo de vida na pós-modernidade e o perigo da AIDS, que continua se espalhando de forma espantosa. Não poucas pessoas deixaram a Igreja Católica por não encontrarem nela a fé que procuravam - algo bastante acentuado no Brasil. O próximo Papa deveria dialogar com a ciência de um modo mais flexível, pois os novos desafios da bioética não podem ser resolvidos por posições que não deixam espaço para diálogo e mudança. Por fim, deveria manter o compromisso de João Paulo II para com a paz e a justiça social, mas, talvez, permitindo uma maior diversidade na sua expressão teológica e prática."porWith permission of the license/copyright holderdogmatismLutheransJohn Paul IIInterreligious dialogueCatholic ChurchReligious ethicsComparative religion and interreligious dialogueChristian denominationsRoman CatholicLutheranUma maior flexibilidade dogmática e ritual [Greater dogmatic and ritual flexibility]Article