Gauchet, Marcel2019-09-252019-09-252017-01-1820061981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162397"De que modo as noções do bem e do mal funcionam no espírito público atual? Eu não creio que nós somos confrontados com o “relativismo” – no sentido de equivalência entre o bem e o mal – mas antes com uma espécie de “imperceptibilidade”. O paradoxo é que nós estamos ao mesmo tempo num moralismo tirânico e num afrouxamento completo das balizas morais: nós não sabemos mais, no cotidiano, onde se situam o bem e o mal. Isso se explica por uma conjunção da obsessão do mal e do esquecimento do bem: eis o segredo do desequilíbrio que afeta nosso sistema de balizas."porWith permission of the license/copyright holderDepreciation of the assetCulture of excessgoodMoralEconomic ethicsCultural ethicsReligious ethicsCommunity ethicsUm mal mítico e um bem inencontrável [A mythical evil and an unrecognizable good]Article