Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-11-1620121981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159458"N a visão de Miguel Pereira, da Contraf-CUT, “o mundo do trabalho, não apenas no Brasil, mas principalmente no- chamado primeiro mundo vem passando por um profundo ataque”. Ele explica: “apesar de estarmos apresentando um cenário de crescimento econômico, com alguns avanços sociais, os postos de trabalho são cada vez mais precá- rios. Há um incremento da jornada de trabalho, os níveis de doenças ocupacionais são cada vez maiores, a remuneração é cada vez mais flxível, o trabalho humano está cada vez sendo menos utiizado, e a terceirização ajuda nisso tudo. Enfi, os paradigmas do trabalho ‘fordista’ não existem mais”. Para Miguel, “o que muda no Brasil é que a situação era tão mais difíil que esse início de inclusão, garantido- -se algum nível de formalidade e distribuição de renda, já apresenta alguns resultados positios."porWith permission of the license/copyright holderOutsourcingillegal intermediationlaborVictims of precariousnessPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsGovernance and ethicsEconomic ethicsBusiness ethicsLabour/professional ethicsTerceirização [Outsourcing]Article