Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1820081981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161224"Paulo Freire dizia que não queria ser imitado, mas que precisavaser reinventado”, disse o educador Danilo Streck na entrevistaa seguirto abordado é que Freire “entende a humanização como umprocesso, no sentido de que vivemos cotidianamente a ten-, concedida por e-mail à IHU On-Line. Outro aspecsão entre humanização e desumanização. Ser humano é de fato um permanente tornar-se humano”. Ao analisar a vinculação entre autonomia e liberdade, Streck sinaliza que, para Freire, elas não fi cam restritas ao indivíduo, mas são construídas “nas relações entre sujeitos, em contextos históricos concretos. Nesse sentido, é um desafi o para a toda a prática educativa criar espaços e condições para que essa conquista da liberdade e da autonomia se realize”."porWith permission of the license/copyright holderPaulo FreireHumanizationfreedomautonomyPedagogyMethods of ethicsPhilosophical ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsEducation and ethicsReinventando Paulo Freire [Reinventing Paulo Freire]Article