Sbardelotto, Moisés2019-09-252019-09-252016-12-1120101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160448"Abusca por uma “vida em plenitude” impulsionou as populaçõesindígenas que originariamente viviam no território latino-americano. Uma vida, segundo Katu Arkonada, pesquisador e analistado Centro de Estudos Aplicados aos Direitos Econômicos, Sociais eCulturais – Ceadesc, da Bolívia, “em harmonia entre o material e oespiritual, consigo mesmo e com a Mãe Terra”. Por isso, o Sumak Kawsay, ou Bem-Viver, pode ser considerado um princípio ético-moral que nos foi legado pelos índios andinos, mas que encontra expressões próprias nas demais comunidades indígenas. Hoje, segundo Arkonada, surgem novas construções híbridas entre conceitos milenares da cosmovisão indígena, como o Bem-Viver, e conceitos centenários, ocidentais e modernos, como a ética ou a moral."porWith permission of the license/copyright holderDecolonizationLive wellNew paradigmPachamamaDevelopmentCultural ethicsCultural/intercultural ethicsCommunity ethicsEthnicity and ethicsEnvironmental ethicsResources ethicsDescolonização e Viver Bem são intrinsecamente ligados [Decolonization and Living Well are intrinsically linked]Article