Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-1920141981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158443"É o caso, por exemplo, do projeto Genoma Humano, cujas perspectias apontavam que “irí- amos nos mover para uma época de fatalismo ou reducionismo genétio em que os seres hu- manos seriam vistos inteiramente em termos de sua composição genétia e seriam administrados, controlados, em termos desta composição”. No entanto, isto não aconteceu. Rose destaca que, em verdade, mais do que se propor a criar novas formas de vida ou de manipular característias inatas do ser humano, os estudos mostram que o importante não são apenas os genes, mas o modo como são atiados, ligados e desligados, durante o curso de nossas vidas. Isto é, “a genétia é mui- to mais complicada do que algumas pessoas imaginam e os genes não são instruções digitais para se produzirem seres humanos”."porWith permission of the license/copyright holderBiopoliticscomplexityBiological citizenshipethics somaticPolitical ethicsBioethicsHealth ethicsEnvironmental ethicsBiopolítica e complexidade [Biopolitics and complexity]Article