Marcia, Junges2019-09-252019-09-252016-12-1420091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160737"O capitalismo não é uma “realização necessária de toda a história”, mas apenas um “parêntese” nela. A ideia é do ensaísta alemão Anselm Jappe, que, em entrevista exclusiva, concedida pessoalmente àpor parte do pensamento burguês quanto por parte da dita esquerda. Esse valor “não temum estatuto ontológico verdadeiro, mas pretende tê-lo”, como se o capitalismo fosse umaIHU On-Line, afimou haver uma ontologização do capitalismo tanto- metafísica realizada. Segundo ele, inclusive os críticos do capitalismo não o fazem verdadeiramente, pois “se limitam a criticar o liberalismo, propondo como alternativa um capitalismo mais mitigado”. Jappe assegura que já observamos sinais de colapso desse sistema, e a crise econômico-fianceira mundial é um deles: “O capitalismo vai terminar, e já estamos observando esse fi. Não é algo que irá acontecer de um dia para o outro, mas os sinais de esgotamento são visíveis”. Isso só vem a confimar “o que a crítica do valor já havia dito há 20 anos”, acentua."porWith permission of the license/copyright holdercapitalismWorkpoliticsCapitalist cultureWorld economic-financial crisisPolitical ethicsEconomic ethicsEthics of economic systemsLabour/professional ethicsCommunity ethicsO capitalismo é um parêntese na história da humanidade [Capitalism is a parenthesis in the history of mankind]Article