Roudinesco, Elisabeth2019-09-252019-09-252017-01-1920061981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162474"Escrever a história será então, para uma sociedade de tipo estático, substituir uma racionalidade coerente por uma experiência heterogenia, afetiva ou inefável, a fim de melhor enunciar o que devem ser a norma e o progresso. Mas, eliminando o que funda a possibilidade de seu olhar, a história se parece também a um empreendimento de exclusão, já que, à maneira de um relato etnográfico, ela exorciza as tradições orais que ela estuda. Assim, ela honra os atores, os heróis, as testemunhas ou os povos como se honra os mortos: ela os encerra numa tumba."porWith permission of the license/copyright holderEroticization of historyTake powerPolitical ethicsCultural ethicsReligious ethicsCommunity ethicsMichel de Certeau ou a erotização da história [Michel de Certeau or the eroticization of history]Article