Fachin, Patricia2019-09-252019-09-252016-12-1720091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/161143"A esquerda teve medo de aplicar a análise marxiana — talvez modifisituação atual; demonstrou uma inferioridade tanto teórica como política comrelação ao mercado, do qual aceitou a hegemonia; não soube construir quasenada com base nos valores das democracias sociais europeias dos anos 50 e 60.”A opinião é do economista italiano Mario Deaglio, professor de Economia interna- cando-a — à cional da Universtà di Torino, Italia. Em entrevista concedida com exclusividade, por e-mail, à IHU On-Line, ele avalia a postura da esquerda desde a queda da União Soviética e a considera conservadora. “As posições da esquerda são principalmente conservadoras, procura-se defender direitos e prerrogativas (as ‘conquistas’) dos trabalhadores que já têm um trabalho e são relativamente anci- ãos”, aponta. Para ele, nas sociedades ricas, “a esquerda deu muita importância aos problemas dos aposentados e pouquíssima aos dos jovens”."porWith permission of the license/copyright holderFinancescapitalismcrisishegemonyGlobalizationPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsEconomic ethicsEthics of economic systemsEstá caindo o “muro de papel” da nova finança [The new paper's "wall of paper" is falling]Article