woLfart, grazieLa2019-09-252019-09-252016-11-2320111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159659"“N oto que quase todos, quando falam na atual crise, tendem a associá-la a uma crise docapitalismo. O que existe é uma crise nos países que praticam um tipo de capitalismodominado pelas fianças globalizadas”. A opinião é do economista e diplomata RubensRicupero, em entrevista concedida por telefone àatual coloca não é um ponto de interrogação sobre o regime capitalista em geral, talIHU On-Line. Para ele, o que a crise como adotado na Índia, na China, na Ásia, mas no modelo de domínio da economia pelas fianças. “Essa crise coloca um grande ponto de interrogação sobre o futuro do sistema econômico dos Estados Unidos, da Europa e do Japão, países que se deixaram levar pelo domínio das fianças”. A partir da sua análise, afima que “a crise que começou nos Estados Unidos como uma crise do setor bancário, dos imóveis, e depois se propagou pela Europa como também uma crise do setor bancário e fianceiro, agora passou a ser uma crise soberana dos países, atingindo diretamente suas fianças"porWith permission of the license/copyright holderFinancial crisisCrisis of capitalismfinancial crisisCrisis of capitalismpolitical subordinationPolitical ethicsEthics of political systemsEconomic ethicsEthics of economic systemsTrade ethicsUma crise das fianças para além da crise do capitalismo [A bailout crisis beyond the crisis of capitalism]Article