Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-2120141981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158552"Aexperiência do Holocausto judeu ainda hoje deixa feridas que não foramtotalmente cicatrizadas. No entanto,- para o fiósofo Reyes Mate, retomar o assunto mesmo correndo o risco de expor ainda mais estas escaras é fundamental para manter a memória do acontecimento. “A memória complica as coisas, já que abre feridas. Mas a única maneira de superar esse passado doloroso é tendo-o presente e não esquecê-lo”, defende. Afial, se considerarmos que a his- tória foi construída sobre vítias, “teremos de dizer que contiuamos a construir a histó- ria da mesma maneira, caso não recordarmos as injustias passadas”."porWith permission of the license/copyright holderAuschwitzhumanityholocausthumanity's tormentorPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsMethods of ethicsPhilosophical ethicsCommunity ethicsLifestyle ethics“De Auschwitz saímos pobres em humanidade” ["In Auschwitz we leave poor mankind"]Article