Lopes, Felipe2019-09-252019-09-252016-02-1220152359-5795http://hdl.handle.net/20.500.12424/233820"No final da década de 1980, com o assassinato de um dos dirigentes e fundadores de uma torcida organizada do Palmeiras, a Mancha Verde2 , a violência no futebol brasileiro passou a ganhar uma dimensão pública maior, entrando definitivamente na agenda dos meios de comunicação e sendo alçada à condição de problema social. Em meados da década seguinte, após aquela que ficou conhecida como a “batalha campal do Pacaembu” – quando torcedores do Palmeiras e do São Paulo invadiram o gramado e se enfrentaram violentamente com paus, pedras e outros artefatos, resultando na morte de um torcedor e numa centena de feridos –, a preocupação pública em relação ao tema da violência amplificou-se ainda mais. Desde então, muito se tem falado, escrito e debatido sobre ele. Paradoxalmente, há um silêncio em relação ao “outro lado da moeda”: a paz no futebol. Há uma enorme lacuna na literatura especializada no que diz respeito ao assunto."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)PeacefootballeducationviolencemediaPolitical ethicsPeace ethicsCultural ethicsSocial ethicsSports ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsPaz no futebol [Peace in football]Article