Henn, Ronaldo César2019-09-252019-09-252017-02-1520031981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/163379"Os delitos predominantes dos adolescentes infratores, no Brasil, sao os praticados contra o patrimonio, numa proporgáo de quase 60 por cento. Delitos contra a vida ocorrem na proporgáo de 20 por cento. Mesmo assim, o adolescente é mais vítima do que propriamente o autor. Sáo delitos que servem como "atalhos de reconhecimento social" em uma sociedade onde esse adolescente de periferia tem baixa escolaridade. Ele tem poucas chances de ingressar em um mercado de trabalho cada vez mais seletivo e, ao mesmo tempo, há muitos apelos de consumo colocados a esse consumidor jovem, a exemplo das roupas de grife, que sáo verdadeiras senhas de reconhecimento no campo social. Sendo barradas as chances de mobilidade social, muitas vezes só resta ao adolescente a sedugáo de buscar no delito uma forma náo só de obtengáo de renda, mas também de prestigio social. Na vila, o bandido sinaliza para a juventude náo só uma possibilidade de ganhos financeiros que o assalariado náo conseguiria, mas também a ascensáo social."porWith permission of the license/copyright holderYouth ViolenceCriminalityScholarshipPeripheryPoorPolitical ethicsEconomic ethicsCommunity ethicsEducation and ethicsMinority ethicsVioléncia juvenil [Juvenile violence]Article