Westhelle, Vítor2019-09-252019-09-252017-01-1320071981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162124"Walter Benjamin14, um contemporâneo de Frida Kahlo, dizia que o fascismo era a estetização da política, como ainda o é. O mérito de Frida Kahlo foi distinguir sua “apresentação” da representação que dela se faz e que ela mesma fez. É precisamente esta distinção que Frida logra manter. Ainda que ela seja politicamente reproduzível, jamais se esgota. Podia fazer amor com Trotsky e no mesmo quarto monumentalizar Stalin. Ela não se “explica”. Para Frida, poiesis e praxis, arte e política eram coisas distintas, ainda que intimamente relacionadas. Assim como não se entregou à arte pela arte, tampouco rendeu sua arte à política. Este é seu gênio."porWith permission of the license/copyright holderFrida KahloculturepoliticsphilosophyPolitical ethicsCultural ethicsCultural/intercultural ethicsMethods of ethicsPhilosophical ethicsFrida nos deixa sem jeito [Frida leaves us awkward]Article