Sbardelotto, Moisés2019-09-252019-09-252016-11-2320111981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159673"“As principais tecnologias são tecnologias de linguagem, justo aquilo que é constitutivo do humano”. Para Lucia Santaella, professora da Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da PUC-SP, a primeira tecnologia já está instalada em nosso próprio corpo: o aparelho fonador. “Todas as tecnologias de linguagem subsequentes só vieram expandir essa tecnologia primordial”, explica. Por isso, defende Santaella, “não há divórcio entre a evolução biológica humana e a revolução tecnológica”. “No ponto em que nos encontramos hoje, com as tecnologias digitais, o que está sendo expandido são as nossas capacidades cerebrais”. Nesta entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line, Santaella aborda ainda o fenômeno das redes digitais, que, segundo ela, são “um dos grandes índices que nos fornecem pistas para compreender a contemporaneidade"porWith permission of the license/copyright holderHuman biological evolutiontechnological revolutionOnline social networksothernessEconomic ethicsTechnology ethicsCultural ethicsMedia/communication/information ethicsCommunity ethicsNão há divórcio entre a evolução biológica humana e a revolução tecnológica [There is no divorce between human biological evolution and the technological revolution]Article