Kipper, Délio José2019-09-252019-09-252016-04-1220161983-8034http://hdl.handle.net/20.500.12424/236817"Crianças e adolescentes foram vítimas da ciência em pesquisas clínicas por grande período da história da humanidade. Quando a sociedade, diante dos horrores das pesquisas realizadas durante a Segunda Guerra Mundial, adotou o Código de Nüremberg, crianças e adolescentes foram excluídas das pesquisas por não terem competência para dar seu consentimento autônomo, exigência pétrea desse código, o que resultou em orfandade terapêutica para muitos agravos em sua saúde. Os que cuidam de crianças e adolescentes foram postos diante de um dilema: por um lado, defendiam a proteção especial para esse grupo; por outro, trabalhavam para não excluí-los dos potenciais benefícios oferecidos pelos avanços em ciência e tecnologia. Iniciou-se, então, um exercício para balancear os princípios em conflito, com a elaboração de normas e diretrizes de proteção especial. Discorrer sobre elas é o objetivo deste artigo. "porCreative Commons Copyright (CC 2.5)Child-AdolescentResearchEthicsGuidelines as topicMethods of ethicsBioethicsCommunity ethicsSocial ethicsFamily ethicsÉtica em pesquisa com crianças e adolescentes [Ethics in research with children and teens]Article