Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-2120141981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158570"D urante vários séculos, o poder polítiodos governantes estava centrado nochamado “direito divino dos reis”. De acordo com este pensamento, o monarca governaria segundo a vontade de Deus, e não por vontade de seus súditos, do parlamento ou de outras autoridades. No entanto, o contratualismo, nos séculos XVII e XVIII, contrapõe este raciocínio. De acordo com o fióso- fo Denis Coitiho Silveira, a proposta desta corrente fiosófia defende que a origem e a legitiidade polítia se encontravam não na vontade dos Céus, mas “na convenção humana, isto é, no acordo entre pessoas iguais, livres e racionais. E que esse acordo geraria a obrigação polítia”."porWith permission of the license/copyright holderstategovernmentcontractualismpoliticsneocontractualismPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsEconomic ethicsCommunity ethicsPercurso histórico e características do contratualismo e do neocontratualismo [historical background and characteristics of contractualism and contractualism]Article