Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-11-1620121981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/159453"“O que se entende por ‘loucura’ não se pode defiir objetiamente. Quem é normal? E quem é anormal?”, questina o fiósofo e antropólogo italiano Massimo Canevacci. E completa: “É impossível dizer que uma pessoa é sempre totalmente normal. A expansão da comunicação digital é um exemplo. A identiade nunca mais é unitária, compacta, sempre idêntia a si mesma”. Sobre a questão da medicalização da doença mental e de técnicas violentas como o eletrochoque, constata: “o problema não é, e nunca foi, só médico. Sempre foi também legitiado por uma cultura popular que aceitava este tio de tecnolo- gia como a única apta para resolver problemas intrafamiliares que causavam vergonha, medo etc. E a luta antianicomial sempre foi e sempre será também uma luta cultural”. Segundo Canevacci, “uma disciplina isolada não pode mais penetrar e resolver esta tensão entre loucura e sanidade."porWith permission of the license/copyright holderAnti-manicomial fightcultural strugglemental diseaseInclusive society and democraticPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsCultural ethicsBioethicsHealth ethicsA luta anti-manicomial como uma luta cultural [The anti-asylum struggle as a cultural struggle]Article