Anónimo2019-09-252019-09-252017-01-1720071981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162293"“Mãe não é uma evocação para Deus”, exclama Ratzinger num certo momento, acabando bruscamente com anos de polêmicas com a teologia feminista e inclusiva do catolicismo norte-americano. Certamente, Deus não é homem nem mulher. Na Bíblia lhe é atribuído o amor materno pelo seu povo e é tocante que a divina misericórdia venha expressa com um termo hebraico que lembra o “seio materno”, mas a imagem do Pai, sublinhada na oração fundamental de Jesus – insiste Ratzinger –, permanece a mais adequada para exprimir “a alteridade entre Criador e criatura, a soberania do seu ato criativo”. E Ratzinger conclui secamente: “Nós rezamos assim como Jesus nos ensinou a rezar, não como nos vem à mente ou como gostamos. Somente assim rezamos de maneira correta”."porWith permission of the license/copyright holderJesus of NazarethspiritualityFeminist theologyCatholicismdoctrineIntercultural and contextual theologiesFeminist theologiesChristian denominationsRoman CatholicDogmaticsJesus de Nazaré, de Joseph Ratzinger - Bento XVI [Jesus of Nazareth by Joseph Ratzinger - Benedict XVI]Article