Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-11-0820121981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/159189"S egundo a reflxão do professor da Unicamp, Roberto Romano, “nossos partios polítios seguem o interesse maior- dos líderes nacionais e regionais. Eles julgam não ter explicações a dar para a militância de base. Numa reforma polítia verdadeira, algumas determinações seriam estratégicas, como a proibição de líderes fiarem nas dire- ções por mais de quatro anos, a exigência de consulta primária aos eleitores dos partios quando das eleições (escolha dos candidatos, alianças, etc.). E nada falamos, por enquanto, das máquinas eleitoreiras, os partios ditos ‘nanicos’. Eles são propriedade privada de um ou dois polítios e se vendem (na verdade, vendem seu minuto de propaganda gratuita) em troca de cargos, favores, etc.”porWith permission of the license/copyright holderregimepowerpoliticsBrazilconvictionsPolitical ethicsEthics of political systemsGovernance and ethicsCommunity ethicsSomos absolutistas anacrônicos [We are anachronistic absolutists]Article