Da Fonseca, Cezar Dutra2019-09-252019-09-252017-01-1620071981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/162244"Para Celso Furtado, “a política econômica não pode ter a estabilização como um fim em si mesmo, sendo o fim último a melhoria do bem-estar, o que se consegue com mais renda e emprego”. A afirmação é do professor e vice-reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Pedro Cezar Dutra da Fonseca. Para o professor, a importância da obra de Celso Furtado está em “fazer uma reflexão sobre o subdesenvolvimento da América Latina”. Ele ressalta que “Furtado é possivelmente o mais keynesiano dos cepalinos”. Fonseca deu estas e outras declarações na entrevista a seguir, concedida por e-mail para a IHU On-Line. No próximo dia 22-08-2007, Fonseca irá falar sobre o pensamento econômico de Celso Furtado, no III Ciclo de Estudos Repensando os Clássicos da Economia. O evento ocorre das 19h30 às 22h, na Sala 1G119."porWith permission of the license/copyright holdereconomic policyBrazilian economic developmentLatin AmericaPolitical ethicsEconomic ethicsEthics of economic systemsTrade ethicsCultural ethicsPara Celso Furtado a política econômica não pode ter a estabilização como um fim em si mesmo [For Celso Furtado, economic policy can not have stabilization as an end in itself]Article