Lima Amorim, Wellington2019-09-252019-09-252016-02-1220152359-5795http://hdl.handle.net/20.500.12424/233803"Há 200 anos, no dia 2 de dezembro de 1814, morria em Charenton, um hospício francês, o divino Marquês de Sade. Talvez este seja meu destino: enlouquecer a mim e os outros, tendo como dispositivos a “devassidão” e a “libertinagem”. A atualidade profética de Sade e o aspecto visionário de seu pensamento na modernidade, que atingirá seu auge com Hegel e todas as doutrinas que se originaram a partir do idealismo alemão, faz de Sade alguém que deve ser lido e relido. Compreender Sade consiste em aprender e compreender nossa condição humana em sua totalidade, ou seja, que existe algo que deve ser celebrado e assumido como parte que devemos dar ao diabo, como diria Michel Maffesoli. Enfim, uma reflexão e autoafirmação de nossa existência moderna e pornográfica."porCreative Commons Copyright (CC 2.5)Pornographicsadistic modernitymoralrational realityemotionsMethods of ethicsPhilosophical ethicsBioethicsSocial ethicsSexual orientation/genderCommunity ethicsO dispositivo pornográfico na modernidade sádica [Pornographic device in sadistic modernity]Article