Wolfart, Graziela2019-09-252019-09-252016-12-1420091981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160705"A crescente radicalização normativa do conceito de propriedade, mormente nosregimes jurídicos das patentes e do direito autoral, segue a lógica desse anseioutilitarista pela tutela dos bens simbólicos, que para mim é a característica principal da sociedade da informação. Muito mais do que o volume ou o flxo de informações disponíveis: se essa informação em si fosse riqueza, material ou moral,- viciados em internet seriam bilionários”. A opinião é do professor Pedro Rezende, na entrevista que segue, concedida, por e-mail, para a IHU On-Line. Ao refltir sobre os impactos da Internet e das tecnologias digitais em nossa sociedade, o professor da UnB entende que “num momento de reacomodação das fronteiras de efiácia e de efiiência entre competição e cooperação (...) as oportunidades se multiplicam e podem frutifiar com abundância, como mostra a evolução do software livre."porWith permission of the license/copyright holderFreedom knowledgeInternetvaluesutilitarianismHedonistic ethicsEconomic ethicsTechnology ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsEducation and ethicsAs lutas pela liberdade ao conhecimento e pela liberdade ao capital [The struggles for freedom of knowledge and freedom of capital]Article