Costa, Andriolli2019-09-252019-09-252016-10-2020141981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158473"Conforme aponta o pesquisador, a parti de 13 de maio os ex-escravos foram sociali- zados em um regime escravocrata. “Traziam a memória da escravidão em suas mentes e eventualmente suas marcas em suas peles. Mesmo os negros livres estavam profundamente marcados por uma sociedade cuja lógica até então era escravista.” Mais do que isso, esse lastro pode ser percebido até os dias de hoje. Aponta Weimer: “A questão racial está longe de poder ser considerada resolvida no Brasil, e nesse sentio estou de acordo com aqueles que pensam que o pós-abolição não acabou. O racismo da virada do século XX para o XXI não é o mesmo de cem anos antes, mas segue sendo uma chaga aberta na sociedade brasileira”."porWith permission of the license/copyright holderpostabolitionBrazilian societyfreedomimperial societyslave systemPolitical ethicsEthics of lawRights based legal ethicsCultural ethicsCultural/intercultural ethicsCommunity ethicsEthnicity and ethicsO lastro do pós-abolição [The post-abolition of the ballast]Article