Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-10-0820161981-8763http://hdl.handle.net/20.500.12424/158030"Nythamar cita Spinoza, explicando que, nas democracias liberais de nosso tempo, “a liberdade da alma, ou seja, a coragem, é uma virtude privada, a virtude necessária ao Estado é a segurança”. Em seu ponto de vista, “a servidão ocorre quando a mente é dominada por tais paixões ou afetos, a ponto de poder atormentar as pessoas e inviabilizar a sua convivência social em harmonia uns com os outros. Safatle observa, com bastante perspicácia e justeza, que Spinoza se diferencia de Hobbes precisamente no papel que a temporalidade desempenha em sua teoria ético-política, na medida em que não se trata apenas de aludir ao papel do Estado hobbesiano como ‘gestor da insegurança social’, mas de resgatar a ideia espinosana de liberdade sub specie aeternitatis”."porWith permission of the license/copyright holderbody paranoidpoliticssocial lifeincarnation liberaldemocraciesPolitical ethicsGovernance and ethicsCultural ethicsCommunity ethicsLifestyle ethicsO medo enquanto afeto político e a esperança contra o corpo paranoico [Fear as a political affection and hope against the body paranoid]Article