Junges, Márcia2019-09-252019-09-252016-12-1020101981-8769http://hdl.handle.net/20.500.12424/160400"N enhum estrangeiro podia viver na China, ser sepultado lá ou aprender chinês. Ricci superoutodos esses tabus. Apesar de nunca ter se encontrado pessoalmente com o imperador Wanli,foi aceito e acolhido naquele país. Para Ricci, a mensagem religiosa e a ciência europeiascompunham um todo integrado: “a astronomia fazia parte da matemática, a matemática fazia parte da fiosofi, e a fiosofi fazia parte da teologia, que é a ciência de Deus. Assim, nãohavia divisão ou distância ou oposição entre a ciência e a fé; com efeito, ambas eram vistas como parte da mesma formação e vindas de Deus”. A afimação é do Pe. Gianni Criveller, na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line. De acordo com ele, Ricci não pode ser considerado apenas como agente de intercâmbio cultural e científio. “Ele foi bem mais do que isso”. Foi o responsável pela disseminação de disciplinas importantes na China, como a matemática, em especial a tradução dos livros de Euclides para o chinês, a astronomia e a cartografi. Os mapas de Ricci, por exemplo, trouxeram noções novas aos chineses, ao retratar as Américas."porWith permission of the license/copyright holderfaithscienceSpiritualityInter-religious dialogueReligious ethicsComparative religion and interreligious dialogueIntercultural and contextual theologiesReligious pluralismRicci e a integração entre fé e ciência [Ricci and the integration between faith and science]Article